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© Transwolf/Facebook |
Prefeitura de São Paulo Anuncia Substituição de Empresas de Ônibus sob Intervenção
A Prefeitura de São Paulo informou que aprovou a substituição das empresas Transwolff e UPBus, gerenciadoras de diversas linhas de ônibus em São Paulo capital. Até abril de 2024, ambas estavam sob intervenção da São Paulo Transporte – SPTrans. Sendo, a empresa flagrada com envolvimento direto do crime organizado e do dinheiro sujo, entre os anos de 2017 e 2018, quando 18 diretores foram presos.
Essa mudança feita pela administração municipal pretende reorganizar o transporte público capitalino para garantir a operação de empresas não sob influência de organizações criminosas. O prefeito da capital garantiu que a transição seria feita de maneira ordenada, para que passageiros dependentes das linhas não sofrem, desde a sua continuidade.
Intervenção e acusações do esquema com a crime organizado
A suspeita foi feita em operação da polícia chamada “Fim da Linha”, que fez uma conexão entre os diretores das empresas e o Primeiro Comando da Capital – PCC, uma das facções mais antiga e poderosa do Brasil. As investigações acreditam que realmente o dinheiro das concessionárias está sendo disponibilizado para a lavagem e custeamento de atividades criminosas.
Com cerca de 1.304 ônibus intituladas Transwolff e UPBus, as duas empresas transportam cerca de 650 mil pessoas por dia. Quase R$ 800 milhões foram repassados por ano em 2023, somente pelas duas empresas.
Diante de tamanha importância, o prefeito Ricardo Nunes decretou uma intervenção aprovada no Diário Oficial do Município desde então, gestores designados pela SPTrans ainda podem gerir as operações para restaurar o serviço enquanto a espécie das irregularidades é investigadas.
Remuneração das Empresas e Modelo de Gestão
A polêmica em torno da Transwolff e da UPBus levantou questionamentos acerca dos modelos de remuneração das companhias de ônibus da cidade , até o momento a principal bandeira do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) .
O Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor fez duras críticas à manutenção do modelo atual, afirmando que a parceria chegou a ser “ensandecida” pela falta de transparência de alguns dos contratos e, consequentemente possíveis, aberturas de leiais para corrupção.
Hoje, a SPTrans mantém um sistema com até 12 mil veículos rodando nas 1.300 linhas, que diariamente transportam aproximadamente 2,5 milhões de passageiros. Após o rompimento da licitação das duas empresas, a prefeitura precisará nomear novas operadoras para submeter aos trajetos das empresas investigadas.
O que vêm a seguir e impacto no Transporte Urbano
A prefeitura não divulgou ainda detalhes sobre o processo de substituição, como a escolha dos novos empresários com os critérios adotados ou quando a substituição mais completa será concluída. A gestão municipal assegurou que os passageiros do transporte farem incêndios e medidas adotadas estariam para evitar efeito prejudiciais as operações das linhas afetadas.
Essa decisão revela a lógica que temos que fazer mais e melhor fiscalização no setor e mostra os gargalos da gestão pública em conseguir conseguir operar um sistema eficiente sem a influência da criminalidade organizada. O que aguarda agora são as novas práticas oferecida a regularidade e segurança para a administração do município e também dos passageiros..เดอร์
Momento Decisivo
A expulsão da Transwolff e da UPBus vem apresentando um momento importante na história do transporte coletivo de São Paulo. O movimento “Fim da Linha” também deixou ao se encerrar um quadro preocupante de questões cronicamente públicas de corrupção e abuso do setor, a prefeitura precisa agir. Em seguida, vai depor como a mudança vai servir e o que a prefeitura fará para certificar que idênticas questões não irão aparecer no futuro.
📌 Fonte: Agência Brasil.
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